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Home » Poesias Domingo, 18 de Novembro de 2018







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por: Alessandro borges

Esta é a lágrima do meu poema,
os pedaços da minha flor açucena
o meu céu azul pintado de preto,
a minha estrela alva afugentada.

Quisera novamente não padecer,
mas olha eu aí...
Sentado com a solidão
falando de dores no coração,
daquela velha paixão que não morre nem com a última gota do meu pranto.

Já negrejei as noites do meu descanço,
com esta tristeza pungente.
Que fere meu orgulho,e põe á esmo o caminho do meu retorno, inudando meu travesseiro.

Água salgada é meu cálice,
um terço de saudade
um quarto de solidão,
este é o grito de socorro do meu pobre coração.